sexta-feira, 28 de março de 2008

Gisberta


O Ministério Público (MP) pediu, ontem, a aplicação de uma pena suspensa ao jovem de 18 anos acusado de envolvimento na morte da transexual Gisberta, por não ter ficado provado no julgamento que ele tenha participado nas agressões. O arguido - que segundo a procuradora deve ser punido somente pelo crime de omissão de auxílio - livrar-se-ia assim da cadeia, mas com uma condição a de acompanhar, no terreno, o trabalho de uma instituição de solidariedade social que preste apoio a sem-abrigo (a vítima vivia num prédio inacabado quando foi sujeita a maus-tratos por parte de um grupo de adolescentes).Maria José Fernandes, a procuradora que representa o MP neste processo, pretende que com aquela tarefa o jovem ganhe "vontade de ajudar alguém que sofre", deixando para trás a "curiosidade humilhante" que motivou as suas sucessivas idas ao local onde Gisberta, de 46 anos, foi espancada e depois atirada a um poço ainda com vida, morrendo afogada.
Para sustentar o pedido de absolvição do arguido na co-autoria de três crimes de ofensa à integridade física qualificada, relativos a outros tantos dias de supostas agressões, Maria José Fernandes lembrou que nenhuma das testemunhas (os outros rapazes envolvidos no caso) disse ter visto o jovem a bater em Gisberta, sendo que algumas revelaram mesmo que ele pediu para pararem.
Omissão foi mais grave.
Não deixando de criticar o facto de ele ter acompanhado os colegas, que nunca esconderam a intenção de "dar porrada na Gi", a procuradora sublinhou que o réu não teve intervenção nos maus-tratos e que "a sua presença não era indispensável" para os menores levarem os seus intentos em frente. Por outro lado, considera que "mais grave" do que as agressões é o facto de o rapaz, numa conduta "imoral e inaceitável", ter assistido ao sofrimento da vítima sem nada ter feito para evitar o trágico desfecho. Assim sendo, a representante do MP pediu a condenação do jovem pelo crime de omissão de auxílio - que prevê uma pena até um ano de prisão ou multa -, sugerindo uma pena de "pelo menos" seis meses, mas suspensa. E espera que o rapaz aprenda uma "lição de amor ao próximo".
Patrícia Castiajo, advogada do arguido, concordou com a absolvição nos crimes de ofensas à integridade física. Quanto ao crime de omissão de auxílio, realçou o arrependimento do arguido e admitiu que, a haver uma condenação, esta seja aplicada no âmbito do regime especial para jovens e substituída por "trabalho a favor do Estado".
A leitura da sentença, na 4ª Vara do Tribunal de S. João Novo, no Porto, ficou marcada para o próximo dia 14 de Abril.JN Sexta-feira, 28 de Março de 2008

quinta-feira, 27 de março de 2008

CRIME



Governo quer actividade ilegal de segurança privada punida com prisão até dois anos. O Governo aprovou hoje uma proposta para punir com prisão até dois anos a actividade ilegal de segurança privada e a obrigatoriedade das discotecas para mais de 100 pessoas terem pórtico de segurança para controlo de armas.De acordo com o ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, "até aqui o exercício ilegal de segurança privada constituía apenas uma mera contra-ordenação". No entanto, "pelos valores que estão em causa" o Governo considera ser necessário sancionar de forma mais pesada o exercício ilegal de segurança privada, "através de uma criminalização"."O crime pode ir até aos dois anos de pena de prisão. Esta é uma competência da Assembleia da República e, por isso, a iniciativa legislativa do Governo tomou a forma de proposta de lei", explicou Silva Pereira.Além da proposta de lei, o Conselho de Ministros aprovou ainda um decreto que pretende estabelecer um novo regime jurídico para os sistemas de segurança privada dos estabelecimentos de restauração ou bebidas.Segundo Silva Pereira, o diploma tem como objectivo reforçar o regime sancionatório, elevando o valor das coimas (na ordem dos 20 por cento) e das sanções acessórias em casos de incumprimento das regras por parte destes estabelecimentos."O Governo decidiu também reforçar as medidas preventivas para o controlo do acesso de armas a estabelecimentos com pistas de dança", adiantou ainda o membro do Governo.Silva Pereira referiu que, actualmente, já existe obrigatoriedade dos pórticos de segurança para controlo do acesso de armas nos estabelecimentos para mais de 200 pessoas. Porém, na sequência de um entendimento com empresários do sector, "a exigência é reduzida para os estabelecimentos com mais de 100 pessoas, de forma a alargar a obrigatoriedade" destes segurança pórticos, acrescentou o ministro da Presidência.
27.03.2008 - 16h43 Lusa

quinta-feira, 20 de março de 2008

As gerações que se seguem

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Concerteza, todos nós já tivemos um pequeno pensamento, de como serão as gerações que se seguem, em que meio e condições viverão, os nossos filhos e os nossos netos. A sociedade está a levar um choque, tal como na tecnologia. Toda a sociedade tem um papel importante na educação do ser humano dentro dos valores culturais de cada meio, o que é certo é que sempre que alguma coisa não está certa, responsabilizamos sempre os outros. Quem são os responsáveis da educação destes jovens que se vêm nos vídeos?


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segunda-feira, 17 de março de 2008

Criminoso infeliz…

Este, deve ser concerteza um dos criminosos mais frustrados do mundo, para alem de não conseguir roubar nada, ficou com algumas mazelas no corpo, foi filmado, o vídeo está a circular na net e deixou-se apanhar, enfim este homem não tem mesmo queda para ladrão, talvez seja melhor optar por outro tipo de vida. É caso para atribuir o prémio de ladrão mais estúpido até agora visto.


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sábado, 15 de março de 2008

Sou Polícia

Antes de mais sou polícia e criei este blog não sei bem porquê. Mas com o passar do tempo talvez eu possa postar aqui alguma coisa que valha a pena. Não vou colocar aqui fotos eróticas, nem vou falar de futebol, porque não gosto (do futebol claro), aínda hoje não entendo como gostam de ver homens a correr, a transpirar e a cuspir para o chão. Sou casado e a minha mulher chateia-me só porque sou polícia, porque posso ser como os "OUTROS". Aínda não sei como são os outros, mas devem ser "homens" claro!!. Da fama ninguem nos livra. O significado de policia, segundo a Wikipedia é um vocábulo grego ("politeia") que derivou para o latim ("politia"), ambos com o mesmo significado: governo de uma cidade, administração, forma de governo. Não entendo onde foram buscar este significado pois toda a gente governa, menos a polícia e eu então é que não, não me governo a mim quanto mais uma cidade, tanta gente com rendimento minimo e eu é que os governava?
Por hoje chega, agora vou ajudar as velhinhas atravessar a rua.