quinta-feira, 31 de julho de 2008

Suspeitos de agressão a agentes da PSP do Entroncamento em prisão preventiva

Os cinco suspeito de terem agredido dois agentes da PSP do Entroncamento na madrugada de sábado vão ficar em prisão preventiva. A decisão foi comunicada aos arguidos há pouco no Tribunal de Abrantes, onde os suspeitos foram ouvidos durante todo o dia de ontem.Hoje a PSP em colaboração com alguns mergulhadores do distrito de Santarém estiveram a fazer buscas no rio Tejo, não tendo encontrado qualquer arma. O objectivo era encontrar uma alegada caçadeira que um dos arguidos terá dito que atirou ao rio. A PSP procura eventuais armas que o grupo terá utilizado na perseguição policial que antecedeu a sua captura.Um deles acabou por se barricar durante várias horas na casa de familiares, acabando por se entregar às autoridades. Na operação, que decorreu no domingo passado, um agente do Grupo de Operações Especiais da PSP ficou gravemente ferido. A PJ está a investigar o caso não excluindo a hipótese do disparo ter sido feito por um colega da mesma força policial.
Fonte: Público

Há alguma mentira???

Ciganos são “traiçoeiros” e “subsídio-dependentes”
Felgueiras, 30 Jul (Lusa) - Uma juíza do Tribunal de Felgueiras, proferiu terça-feira uma sentença em que considera que a comunidade cigana tem um estilo de vida com "pouca higiene", é "traiçoeira" e "subsídio-dependente".
"Pessoas mal vistas socialmente, marginais, traiçoeiras, integralmente subsídio-dependentes de um Estado a quem pagam desobedecendo e atentando contra a integridade física e moral dos seus agentes". Foi desta forma que a juíza de Felgueiras, se referiu aos cinco elementos de etnia cigana acusados de agredir diversos agentes da GNR, numa sentença a que a Lusa teve acesso.
"São tecidas considerações e comentários que merecem o repúdio e se afiguram desadequadas e desnecessárias", referiu à Lusa Pedro Carvalho, advogado de defesa dos cinco homens.
A Juíza, na leitura da sentença, teceu considerações não só aos cinco acusados da agressão aos agentes da GNR de Felgueiras, mas também generalizou a toda a comunidade cigana.
"Está em causa o desrespeito da autoridade e, por arrastamento, a própria administração da Justiça como flui com particular ingência dos recentes acontecimentos da Cova da Moura, Aziaga do Besouro, Quinta da Fonte e ainda culminando com a agressão selvática dos agentes da PSP em Abrantes", referiu a juíza na fundamentação da sentença.
"Estamos a viver a ressaca pós-Quinta da Fonte, que sendo aparentemente politicamente correcta e populista, pode estigmatizar uma etnia", disse Pedro Carvalho.
Na base da sentença, dada a conhecer na passada terça-feira, estão acontecimentos ocorridos no dia 07 de Janeiro de 2006.
Um grupo de cidadãos de etnia cigana estava a fazer uma festa no Bairro João Paulo II, em Felgueiras, com música alta e disparo de tiros com armas de fogo.
A GNR foi chamada ao bairro, a que a Juíza chama "Cova da Moura cigana", para pedir silêncio.
Contudo, moradores e agentes da GNR envolveram-se em agressões físicas e verbais.
Na sentença, a Juíza deu como provado que, durante os acontecimentos, "as mulheres e as crianças guincharam selvaticamente e bateram e chamaram nomes" aos agentes.
Os cinco homens de etnia cigana foram todos condenados a penas de prisão efectiva e ao pagamento de indemnizações mas recorreram da sentença.
Para elaborar a sentença, "socorreu-se o tribunal das regras de experiência no que toca ao elemento intelectual e volitivo do dolo inevitavelmente associado aos useiros e vezeiros comportamentos desviantes e percursos marginais dos arguidos e do seu pouco edificante estilo de vida".
No levantamento sócio-económico da vida dos arguidos, A Juíza escreveu no processo que as condições habitacionais "são fracas, não por força do espaço físico em si, mas pelo estilo de vida da sua etnia (pouca higiene)".
"Todos os arguidos são conhecidos dos agentes da GNR de Felgueiras por serem 'clientes' do posto e aí se deslocarem em virtude de desacatos, desordens, e ilícitos de variada natureza", referiu a magistrada.
Desta forma, a Juíza salientou ainda não se vislumbrar "a menor razão para acolher a rábula da 'perseguição e vitimização dos ciganos, coitadinhos!".
Fonte: Agência Lusa

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Policia gravemente ferido em perseguição a assaltantes

Elemento da PSP sofreu uma queda de sete metros e está internado em coma induzido com prognóstico reservado



O comandante da PSP de S. João da Madeira ficou gravemente ferido na sequência de uma queda de cerca de sete metros quando procurava uns assaltantes que tinham ameaçado colocar uma bomba no Pavilhão Paulo Pinto, anteontem à noite. O sub-comissário Carlos Duarte ficou politraumatizado, sofreu perfuração de um pulmão e o seu estado é grave e o prognóstico reservado. Cerca das 23 horas a polícia recebeu um alerta que estariam vários indivíduos no telhado do pavilhão, que fica num local onde, nos últimos tempos, têm ocorrido vários assaltos. A patrulha foi imediatamente para o local mas não conseguiu avistar ninguém. No entanto, manteve-se no local até que um novo telefonema, alegadamente feito pelos suspeitos, deixava uma ameaça séria: “Ou vão embora daqui, ou a bomba vai rebentar”. O oficial, de 42 anos, que estava em casa, foi informado e, como habitualmente, não hesitou: avançou para o terreno ao lado dos seus homens, pedindo o apoio da auto-escada dos Bombeiros de S. João da Madeira para subir ao telhado e verificar se havia alguém, ou algum objecto estranho. “Subiu à frente e, quando se encontrava no telhado, já com outro agente, ouviu-se um estrondo, a telha de fibrocimento partiu-se e ele caiu ao lado da piscina”, disse uma testemunha. Embora estivesse sempre consciente, inicialmente estava desorientado. Foi prontamente assistido pelos bombeiros, pouco depois apoiados pela equipa médica do INEM do Hospital de Santa Maria da Feira. Foi estabilizado no local, mas logo aí o prognóstico não era o melhor, como se veio a confirmar no Hospital. “Politraumatismo grave, toraco–abdomino-pélvico e das extremidades, com estado de choque associado. Depois de estabilizado foi internado na Unidade de Cuidados Intensivos, onde permanece, em estado grave e com prognóstico reservado”, segundo o director clínico do Hospital S. Sebastião, João Gregório. Carlos Alberto Pereira Duarte fez 42 anos no passado domingo. É o segundo de três irmãos e, tal como o mais velho, seguiu as pisadas do pai e abraçou a carreira de polícia, onde entrou em 1990 como agente. Homem de luta, “herdou” a faceta humanitária da família, uma característica realçada por todos os que o conhecem. Casado, pai de dois filhos menores, é um apaixonado pela investigação criminal onde, nos anos 90, fruto do trabalho desenvolvido com o seu parceiro, ficaram conhecidos como “Duarte & companhia”. Insatisfeito, estudou e conseguiu atingir primeiro o posto de sub-chefe e depois de chefe, antes de chegar a sub-comissário. Sempre se assumiu como um homem do terreno e nas operações, ou até em acidentes de viação mais graves, está sempre ao lado dos seus homens. Na esquadra tem a particularidade de nunca ter a porta do gabinete fechada enquanto lá permanece. É conhecido pelas inúmeras iniciativas e por implementar um verdadeiro policiamento de proximidade. Entre as iniciativas contam-se os livros de banda desenhada que a PSP de S. João da Madeira, sob o seu comando, distribuiu com conselhos sobre prevenção nas mais diversas áreas e dirigidos a todas as faixas etárias, desde as crianças aos seniores.
Fonte: Diário de Aveiro

Polícia à Americana

NYPD
Departamento de Polícia de Nova York mostra novos Dodge Charger V8


A polícia de Nova York mostrou esta semana os novos Dodge Charger que serão usados em testes para ver se vale a pena comprar uma quantia maior deste modelo. A cidade comprou 15 Charger, de acordo com o site Allpar.com — o que indica que a cidade poderia comprar centenas deles, para colocar na frota actual de cerca de 3.000 carros que rodam diariamente por lá.


O Charger, apesar de seu belo motor V8 de 340 cavalos, gasta menos do que os mais fracos Crown Victoria da polícia. Ele é bem mais rápido, fazendo de 0-100 em apenas 6,5 segundos e atingindo cerca de 250 km/h.


Os Charger são os carros de polícia mais mal encarados no mercado hoje, e os melhores desde os Special Service Mustang.

É caso para ficar cheio de inveja...

terça-feira, 29 de julho de 2008

Afinal é tudo gente boa

Famliares de barricado contestam actuação das forças policiais

Na tarde de segunda-feira, no exterior do edifício do Tribunal de Abrantes, os familiares do jovem que se barricou em casa para evitar a captura policial, onde se incluíam dezenas de mulheres e crianças, protestavam veemente contra a actuação da polícia, no domingo em Abrançalha,Rio de Moinhos, Abrantes uma vez que o tiroteio se desencadeou numa habitação onde se encontravam quatro menores.
“As crianças ficaram traumatizadas com a situação e não comem nem dormem desde ontem. Isto não se faz”, reclamava Maria Manuela Aleixo, mãe de alguns dos arguidos. “Além disso deixaram-me a casa toda revirada e com tudo partido”, protestava a idosa, acompanhada pela nora, mulher de um dos detidos.
Para além dos familiares do quinteto, dezenas de pesssoas aguardavam , pela chegada dos detidos no domingo em Abrantes, na sequência de uma mega-operação policial. Apesar de estar prevista a sua presença em Tribunal, os cinco detidos vão ser ouvidos na manhã desta terça-feira, 29.
O adiamento deu-se, segundo o comandante da PSP de Abrantes, Celso Marques, devido à necessidade “de se proceder a mais diligências” no âmbito do processo de inquirição do Delegado do Ministério Público e uma Juíza do Tribunal Judicial de Abrantes aos dois elementos da PSP agredidos e assaltados pelos cinco suspeitos.
Igualmente revoltado estava Manuel Campos, tio de alguns dos elementos do gang. O homem chegou a ser detido pela PSP, no âmbito desta mega-operação, mas foi colocado em liberdade poucos minutos após a sua detenção. “Eu nem sabia o que estava a acontecer”, disse O MIRANTE, explicando que estava a meter gasolina na sua mota, em Montalvo, quando foi abordado por um carro da polícia e levado algemado para a Esquadra de Abrantes. “Nunca roubei nada a ninguém pelo que não percebo a razão disto ter acontecido”, disse a visivelmente aborrecido.
Fonte: O Mirante

domingo, 27 de julho de 2008

Chefe Serranito reuniu 429 bonés de polícia

Colecção. O adjunto do comandante da 1.ª Esquadra da PSP de Setúbal tem, em casa, um minimuseu de adereços da polícia de todo o mundo. Chapéus, distintivos, algemas, cassetetes e pins, na maioria adquiridos por intercâmbio, enchem as prateleiras
Quando em Setembro de 1982 ajudou um polícia alemão a recuperar a maioria dos objectos que lhe tinham sido furtados numa visita a Portugal, o chefe António Serranito estava longe de imaginar que o boné e o porta-chaves que o colega viria a oferecer-lhe como reconhecimento seriam o início de uma colecção singular. A partir daí nunca mais parou. Entre trocas, a ajuda do amigo Silvino, ex-guarda-redes do Benfica, e algumas compras, encheu uma das divisões da sua casa de objectos policiais. De bonés a distintivos de braço, de algemas a cassetetes, de pins a porta-chaves. Há de tudo. E dos quatro cantos do mundo.O espaço ocupado por esta espécie de "mini-museu policial" não anda longe dos dez metros quadrados. O chefe aproveitou um quarto do apartamento onde vive em Setúbal para ir reunindo um espólio, onde os 429 bonés, provenientes de 70 países, são o principal atractivo. Alguns podem valer mais de 500 euros.Nas prateleiras onde os vários exemplares estão expostos, apenas para consumo interno, não faltam os célebres "cabeças de giz", de 1930, utilizados pelos polícias sinaleiros. "São um marco, têm algo de histórico", comenta António Serranito, enquanto vai exibindo as maiores relíquias da colecção - bonés de xerifes americanos e canadianos, boinas vermelhas da polícia do País Basco, o boné dos 'colegas' do Cazaquistão, o capacete utilizado pelas forças policiais da Ilha de Malta, mas também o pomposo boné dos carabinieri italianos.António Serranito não gosta de destacar nenhum em especial, mas perante a insistência lá revela que a sua preferência recai sobre um boné alemão, de 1935, que foi utilizado pela polícia de Berlin, mas também elogia um exemplar da GNR da década de 30, que restaurou, deixando-o como novo. Ao lado está um "cromo difícil": "Andei dez anos atrás do boné da Polícia Montada do Canadá, até que consegui uma troca."De resto, a maioria dos exemplares foram obtidos, justamente, através de intercâmbios. Serranito tirou partido do facto de pertencer à Associação Internacional de Polícia, estabelecendo contactos com as delegações espalhadas pelo mundo. Recorda uma viagem que realizou a Zurique (Suiça), onde o comandante da polícia local lhe ofereceu "uma série de coisas". "Quando levamos algo para trocar e dizemos o que pretendemos, nunca vimos de mãos a abanar. O valor desta colecção também tem a ver com esse sentido de companheirismo", sublinha. Mas foi o aparecimento da Internet que fez disparar os intercâmbios. "Passámos a ter a possibilidade de digitalizar o que tínhamos para oferecer e foram surgindo mais interessados", explica, recordando como na década de 90 chegou a conseguir alguns exemplares russos, através do guarda-redes Silvino, na altura jogador do Benfica. "Nos jogos das competições europeias, Silvino levava sempre uns bonés para tentar trocar e ainda me arranjou dois espectaculares."Neste momento, o agente da PSP de Setúbal não persegue nenhum exemplar em especial, sobretudo porque as prateleiras do quarto, adaptado a mini-museu, estão repletas e só já suportam mais quatro ou cinco exemplares. Além de que comprar está fora de questão. "Se aparecer um boné ou capacete de gala que dê para trocar ainda vou tentar fazer o negócio, mas mais do que isso não, porque há exemplares muito caros, acima dos 500 euros", garante."Uma vez por ano tenho de tirar uma semana de férias só para limpar o pó. É a única forma de manter isto impecável", afiança. E mostra-se disponível para exibir o seu espólio publicamente.

Fonte: DN

Quatro pessoas detidas e um Agente da PSP "GOE" ferido no decorrer de operação especial

Quatro pessoas foram hoje detidas no âmbito da operação para localizar os autores da agressão a dois agentes da PSP ocorrida no sábado no Entroncamento, disse à Lusa fonte da PSP de Abrantes.
Nesta operação, um agente do Grupo de Operações Especiais da PSP foi atingido a tiro com gravidade, tendo sido transportado para o Hospital de Abrantes, segundo fontes da polícia e do Centro Distrital de Operações de Socorro de Santarém.
Num dos locais onde decorre a operação, uma casa em Abrançalha-de-Baixo, freguesia de Rio de Moinhos, que se encontra cercada por elementos de forças policiais, está de prevenção uma ambulância dos Bombeiros de Abrantes.
Segundo uma outra fonte policial, um dos indivíduos que agrediu os polícias encontra-se refugiado nesta casa.
Um graduado de serviço da esquadra de Abrantes da PSP, adiantou à Lusa que se encontram já detidas quatro pessoas suspeitas no decorrer da operação, que está a cargo do comando de Santarém e prossegue em vários locais, incluindo operações STOP.
A Direcção Nacional da PSP marcou para as 19:30 em Abrantes uma conferência de imprensa para dar esclarecimentos adicionais sobre este assunto.
Durante o dia de hoje, a PSP prosseguiu com as buscas para tentar capturar os seis indivíduos que na madrugada de sábado neutralizaram dois polícias, apoderando-se de uma shot-gun que tinham na sua posse, quando estes os abordaram numa acção de patrulha, no Entroncamento.
A intervenção da patrulha da PSP ocorreu depois de denúncias que apontavam para a presença dos indivíduos, todos homens e aparentando idades entre os 18 e os 30 anos, numa viatura de cor cinzenta, num local onde habitualmente param carros com casais de namorados.
Os agentes dirigiram-se ao local, uma área da cidade do Entroncamento pouco movimentada e que se encontra loteada para futura construção, cerca das 02:00 de sábado, e, quando se preparavam para abordar os três indivíduos no interior da viatura, foram surpreendidos por outros três elementos, um deles empunhando uma arma tipo shot-gun, afirma um comunicado da PSP.
Fonte: Visão

Grupo espancou polícias e roubou-lhes "shotgun"

Patrulha investigava ameaças a casais de namorados em Torres Novas e Entroncamento

Dois agentes da PSP do Entroncamento foram ameaçados e agredidos, sábado de madrugada, por seis indivíduos que lhes roubaram uma espingarda de serviço ("shotgun"). Os suspeitos continuam a monte e por identificar. Segundo apurou o JN, os suspeitos que protagonizaram o roubo terão sido referenciados inicialmente em Torres Novas por um casal de jovens namorados, já passava da meia-noite, num local pouco movimentado. O casal estava dentro do seu automóvel, quando se apercebeu da presença dos suspeitos, que se deslocavam num Fiat Tempra, cinzento. Amedrontado, por temer ser assaltado, o casal abandonou o local e dirigiu-se à PSP de Torres Novas, onde reportou o sucedido. Segundo contou ao JN fonte policial, os jovens descreveram a viatura e os suspeitos. Preventivamente, já depois da 1.30 horas, a PSP difundiu um alerta na região para a presença dos indivíduos em espaços frequentados por casais de namorados. Por volta das três horas, um telefonema para a esquadra da PSP do Entroncamento (a pouco mais de meia dúzia de quilómetros de Torres Novas) alerta para a presença da viatura e dos indivíduos referenciados, junto ao cemitério. Tratava-se, também, de uma zona frequentada por casais de namorados, no centro da cidade e próximo da via de acesso à Golegã. Os dois agentes da PSP enviados ao local levavam uma "shotgun", para além das suas pistolas de serviço. A espingarda era empunhada por um deles logo à saída da viatura, quando se dirigiram a dois dos suspeitos. Foi só quando os polícias interpelaram os dois homens que outros quatro indivíduos surgiram, cercando os agentes e ameaçando-os com uma caçadeira de canos sobrepostos serrados e uma pistola. Mais armados e em vantagem numérica dominaram os agentes, agredindo-os e roubando-lhes a "shotgun", explicou a fonte, adiantando que os agentes precisaram de receber tratamento hospitalar. Os polícias, de 35 e 40 anos, contam com mais de uma dezena de anos na instituição. Agora serão sujeitos a um processo de averiguações interno da PSP. Os suspeitos fugiram e, à hora do fecho desta edição, continuavam a monte, apesar de ter sido montada uma vasta operação policial em toda a zona.
Fonte: JN

sexta-feira, 25 de julho de 2008

'Batman' é libertado após acusação de agressão

O actor britânico Christian Bale, protagonista do mais recente filme do Batman, O Cavaleiro das Trevas, foi libertado sob fiança após ter sido interrogado pela polícia de Londres sobre as acusações de agressão contra a mãe e a irmã
Bale, de 34 anos, ficou detido durante quatro horas depois de ter estado numa esquadra no centro de Londres.
O actor terá atacado a sua mãe e a irmã num quarto do hotel de luxo Dorchester, no domingo.
«Um homem de 34 anos esteve numa esquadra de polícia no centro de Londres, sob intimação, e foi detido sob acusação de agressão» , afirmou um porta-voz da Polícia Metropolitana.
O actor nega a acusação e foi libertado sob fiança, mas o caso continua em investigação.
Uma declaração divulgada pelo advogado de Bale afirmou que o actor «cooperou durante todo o interrogatório, deu a sua versão completa dos acontecimentos em questão e saiu da esquadra sem nenhuma acusação formal».
«No momento, o Sr. Bale não fará nenhum outro comentário» , afirmou o advogado na declaração.
O actor compareceu à estreia europeia do filme Batman - O Cavaleiro das Trevas, realizado por Christopher Nolan na segunda-feira à noite, em Leicester Square, no centro de Londres.
Bale iniciou a sua carreira no cinema quando ainda era uma criança, no filme Império do Sol, de Steven Spielberg, em 1987.
Fonte: Sol

Um mapa de Lisboa nas mãos da ETA

O mais activo comando da ETA planeava ataques na Andaluzia e refugiar-se na capital portuguesa.

A Guarda Civil espanhola atingiu a ETA com um dos golpes mais temidos por este grupo terrorista: a desarticulação do "comando Vizcaya", um dos escassos grupos operacionais e, desde logo, o mais activo, ao qual se atribuem todos os atentados perpetrados pelos activistas desde o final da trégua decretada em Junho do ano passado.
Entre a documentação apreendida ao chefe do grupo, as forças de segurança encontraram um mapa da cidade de Lisboa, sem que os responsáveis policiais atribuam qualquer relevância especial a este facto.
Já se supunha no ano passado que elementos integrantes do "comando Andalucía", que tinham tentado uma acção terrorista na Costa do Sol espanhola, haviam procurado refúgio no Algarve, tendo mesmo alugado um automóvel na capital portuguesa.
Fontes policiais consultadas pelo Expresso acreditam que o "comando Vizcaya" tivesse nos seus planos imediatos uma nova campanha de atentados na Andaluzia (também se encontraram plantas das cidades andaluzas de Cádiz, Huelva, Granada e Sevilha e um geral da Costa do Sol) e que a opção portuguesa como possível refúgio poderia continuar nos planos de contingência do grupo.
O comando agora detido era formado por nove pessoas, incluindo Arkaitz Goikoetxea, de 28 anos, o chefe, um "liberado", ou seja, pessoa a soldo da ETA. Todos os integrantes, salvo Arkaitz, têm menos de 26 anos, o que confirma a mudança geracional que se está a verificar no seio do grupo, e a maioria são membros não identificados pela polícia, prováveis activistas da chamada kale borroka ou guerrilha de rua no País Basco.
Fonte: Expresso

Chaves: Comandante da PSP condenado por encobrir ex-PJ que guiava alcoolizado

Porto, 24 Jul (Lusa) - O Tribunal de Chaves condenou hoje um comandante da PSP a dois anos e três meses de cadeia, pena suspensa por igual período, num processo por tentativa de esconder que um ex-agente da PJ conduzia alcoolizado.
Três outros agentes da PSP, bem como o próprio ex-agente da PJ foram igualmente condenados.
O oficial da PSP, que à data dos factos dirigia a PSP em Chaves e que agora é comandante distrital em exercício da PSP de Vila Real, foi condenado pela prática, em co-autoria, de um crime de falsificação de documento, e pela autoria material de um crime de favorecimento pessoal, praticado por funcionário.
O primeiro crime foi penalizado com 20 meses de prisão e o segundo com 14 meses de prisão, fixando-se o cúmulo jurídico em dois anos e três meses de prisão, pena suspensa por igual período.
O ex-agente da PJ foi condenado a multa de 5.600 euros e a inibição de conduzir pelo período de quatro meses, dando-se como provado que praticou um crime de condução de veículo em estado de embriaguez e outro, em co-autoria, de falsificação de notação técnica.
De acordo com a sentença, a que a agência Lusa teve acesso, foram condenados também os três agentes da PSP de Chaves, que eram arguidos no processo, a dois anos de prisão, cada, penas suspensas por igual período.
Os polícias de Chaves estavam acusados pelo Ministério Público de envolvimento em falsificação de um teste de alcoolemia ao ex-agente da PJ, que foi apanhado a conduzir com 1,49 g/l no sangue, segundo o teste de despistagem, mas que acusou zero no teste de confirmação (o chamado teste quantitativo).
Os factos remontam a 09 de Julho de 2003 e a acusação do MP deu sequência à denúncia de uma chefe da PSP de Chaves, que foi entretanto alvo de uma acusação particular, da qual saiu ilibada.
Fonte: JN

Polícias vivem em desespero

Vários pedidos escritos de elementos da PSP de todo o País têm chegado ao Departamento de Recursos Humanos (DRH) da Direcção Nacional, solicitando o pagamento antecipado do subsídio de Natal deste ano. Agentes e chefes – que recebem entre 800 a 1500 euros por mês – pedem ajuda financeira de urgência, mostrando-se incapazes de cumprir com as prestações a que estão obrigados.
Peixoto Rodrigues, presidente do SindicatoUnificadodePolícia (SUP), disse ao CM ter informações de que, no espaço de apenas algumas semanas, os Recursos Humanos da PSP terão recebido cerca de uma dúzia destes pedidos. "Além dos ofícios, os nossos serviços têm sido receptores dos pedidos de esclarecimentodeoutrosagentes, que pretendem saber como aceder a esse pagamento antecipado", explicou ao CM o presidente do SUP.
O CM teve acesso a um dos ofícios. Entrou nos serviços da PSP a 24 de Junho, e foi enviado por um agente do comando de Aveiro. Pedindo "a maior celeridade possível" ao Departamento de Recursos Humanos, o agente alega estar em "difícil situaçãofinanceira"."Odinheiro servirá para a liquidação imediata de prestações de crédito de habitação", explica, por escrito, o agente.
Os restantes pedidos entregues nas últimas semanas no DRH da polícia, salienta Peixoto Rodrigues, são justificados com "vários tipos de dificuldadeseconómicas sentidas pelos familiares dos agentes, que basicamente precisam de dinheiro parapodermanter uma vida normal".
Todos os documentos vão ser apreciados pela direcção do DepartamentodeRecursosHumanos que, normalmente, demora poucomais de um mês a deliberar sobre eles.
O CM contactou o Gabinete de Relações Públicas da Direcção Nacional da PSP sobre esta denúncia do SUP. O comissárioPauloFlôrdesmentiu, em nome dogabinete,quea polícia tenha recebido doze pedidos em tãopoucotempo. "Desdeoiníciodo ano foram cinco os ofícios apresentados, número semelhante ao que se tem verificado nos anos anteriores", explica o oficial.
PORMENORES
Gratificados
Para o Sindicato Unificado de Polícia (SUP), o atraso no pagamento dos gratificados e o facto de muitos agentes receberem em parcelas as quantias monetárias por estes trabalhos "ajuda à deterioração das condições de vida dos elementos da PSP".
Hospital do Barreiro
Exemplo de atraso no pagamento dos gratificados é, segundo o SUP, o policiamento feito no Hospital do Barreiro. "Há dívida desde Abril", disse Peixoto Rodrigues, presidente do SUP. Fonte da Administração disse ir proceder a parte do pagamento a 29 de Julho e ao restante em breve.
Prédio de Setúbal
Mantém-se a indefinição em torno do pagamento do policiamento gratificado do prédio do Monte Belo, emSetúbal, que explodiu em Novembro de 2007. Câmara e Governo Civil não assumem o pagamento. Fonte policial diz que há um mês em dívida. "Só após as conclusões do inquérito da Polícia Judiciária se saberá a quem imputar a despesa", conclui a fonte.
Fonte: Correio da Manhã

Apreendidos 3 milhões em ouro furtado

Assalto a casa de penhores foi dos maiores na Europa, lesando 3000 pessoas

A operação de terça-feira foi levada a cabo por cerca de 100 elementos da Divisão de Investigação Criminal PSP do Porto, culminando quatro meses de investigação. Os agentes fizeram 14 buscas domiciliárias a habitações no Porto, Gaia, Matosinhos e Vila Nova de Foz Côa.
Das buscas resultou a apreensão de cerca de um quinto dos cerca de 300 quilos furtados da Companhia União de Crédito Popular, situado na Praça de Carlos Alberto, no Porto. Segundo as autoridades, este foi um dos maiores furtos de ouro da Europa. Entre o ouro apreendido, no entanto, encontram-se peças supostamente provenientes de outros assaltos. Ao todo, estima-se que cerca de três mil clientes da Companhia tenham sido lesados pelo furto.
Além do ouro, foram apreendidos 200 mil euros em dinheiro e três automóveis topo de gama adquiridos pelos suspeitos depois do assalto de Abril, todos a pronto pagamento. Foram ainda apreendidos um motociclo, uma pistola 6,35 mm, três gorros, um par de luvas e os artefactos usados no arrombamento do cofre, nomeadamente.
Os investigadores da PSP identificaram quatro indivíduos, com idades compreendidas entre os 30 e os 50 anos, residentes no Porto. Os homens terão sido traídos em parte pelos evidentes sinais exteriores de riqueza que ostentavam, muito acima do que se sabia serem as suas reais capacidades económicas. Por outro lado, já estavam referenciados por outros crimes.
No assalto à casa de penhores, os assaltantes cortaram as linhas do telefone de neutralizaram os alarmes do estabelecimento. Terão usado uma prancha retirada de obras que estavam a decorrer nas traseiras do edifício para entrar e arrombaram a porta do primeiro andar. Nas duas noites do fim de semana de 13 e 14 de Abril, os quatro homens levaram cerca de 300 quilos de ouro e jóias dos principais cofres de penhores e de uma ourivesaria contígua.
As autoridades suspeitam que o destino do ouro seria a fundição e posterior revenda. Aliás, vários lingotes de ouro foram apreendidos pela Polícia.
As investigações prosseguem e os indivíduos vão ser, hoje, presentes ao Tribunal de Instrução Criminal do Porto.

Fonte: JN

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Advogado detido por agressão

Um advogado de Leiria foi detido na segunda-feira pela PSP da Figueira da Foz, acusado de agredir um agente daquela força policial.
A agressão ocorreu quando um agente da PSP terá interpelado o detido por, alegadamente estar a conduzir um veículo enquanto falava ao telemóvel.
Segundo fonte da PSP, o advogado foi hoje presente a tribunal, acusado da presumível prática de crimes de desobediência e agressão a agente da autoridade. O caso prossegue para inquérito.
Fonte: Correio da Manhã

terça-feira, 22 de julho de 2008

Elite na estrada ataca carjacking

Carros potentes, armamento topo de gama, informação partilhada e autorização para disparar. São estas as principais características das unidades da PSP e da GNR contra o carjacking, que apesar de estarem a funcionar desde Maio foram apenas ontem apresentadas em Lisboa. Ao todo serão 16 equipas de quatro homens vindos das unidades de Operações Especiais das duas forças, que irão prevenir e intervir em casos de roubo de automóveis com a presença do condutor.
"Funcionarão acima de tudo como elemento dissuasor. No fundo trata-se de equipas de reforço aos elementos da PSP e da GNR que estão todos os dias no terreno com capacidade para uma resposta mais rápida", disse o ministro da Administração Interna, Rui Pereira.
No terreno há dois meses, as equipas de Intervenção Táctica e de Análise da GNR e as equipas de Reacção Táctica Encoberta da PSP já começaram a mostrar resultados. De acordo com fontes oficiais da PSP e da GNR, se nos primeiros seis meses de 2008 o número de casos subiu 55%, no mês de Junho houve uma inversão na tendência. No mês passado foram registados 35 casos contra os 39 do período homólogo.
Sem querer estabelecer uma relação directa entre o início da actividade destas equipas e a diminuição em Junho dos números de carjacking, Rui Pereira não deixou contudo de realçar a coincidência.
As equipas de combate ao carjacking vão actuar a partir de Lisboa, Porto, Setúbal e Braga, por terem sido estes os distritos que registaram o maior números de casos em 2007.
AUTORIDADES ATENTAS A GANG DA MARGEM SUL
Em Março deste ano, equipas da GNR desmantelaram um grupo conhecido como o gang do ATM. Na altura, um antigo militar foi apanhado em flagrante quando tentava abrir uma caixa multibanco. Oito pessoas foram posteriormente detidas. Agora, apurou o CM, as autoridades estão a investigar um grupo de assaltantes que alegadamente operam a partir da Margem Sul do Tejo e visam sobretudo estações dos CTT, postos de combustíveis e supermercados. Em comum com o gang do ATM, este grupo costuma roubar carros de alta cilindrada pelo método de carjacking, que depois usam nos assaltos. Ainda no início deste fim-de-semana um grupo de desconhecidos furtou dois Volkswagen Eos do parque da Autoeuropa, no porto de Setúbal. Um dos veículos foi usado num roubo por carjacking próximo de Setúbal.
"AUTORIZADOS A ABRIR FOGO"
O comandante-geral da GNR, tenente-general Nélson dos Santos, admitiu ao Correio da Manhã que os elementos destacados para as equipas de Intervenção Táctica estão autorizados a abrir fogo durante as perseguições. "Podem disparar, mas sempre dentro dos princípios de proporcionalidade e necessidade", afirmou Nélson dos Santos. O responsável da GNR esclareceu que as equipas não vão estar num quartel, mas sim "no terreno, funcionando como elementos dissuasores".
Fonte: Correio da Manhã

Polícia arguido no caso ‘Noite Branca’

Joca’, alcunha pela qual é conhecido o agente da PSP primo de Bruno ‘Pidá’ – detido por suspeita de envolvimento na vaga de homicídios na noite do Porto –, foi constituído arguido no processo ‘Noite Branca’. Ao que o CM apurou, existem ainda outros arguidos no processo, para além dos 11 suspeitos do Gang da Ribeira inicialmente detidos. Apenas ‘Pidá’, Mauro Santos, Fernando ‘Beckham’ e Ângelo Ferreira continuam em prisão preventiva.
O agente que trabalha na Divisão de Investigação Criminal da PSP é suspeito de ter fornecido um colete antibala, semelhante aos usados pelas autoridades, a Nuno Gaiato. A protecção não o impediu, contudo, de ser morto a tiro na madrugada de 13 de Julho do ano passado com oito balas no Bar Latino El Sonero, onde o jovem era segurança. O primeiro homicídio na noite do Porto acabou por gerar uma onda violência sem precedentes.
Berto ‘Maluco’ – o homem de mão de Aurélio Palha, assassinado à porta de casa após a morte do empresário – era o principal suspeito deste crime. Os três indivíduos que o acompanhavam foram detidos na última grande operação da PJ no âmbito do processo a cargo da equipa especial liderada por Helena Fazenda. Vasco e Timóteo, ex--cunhado de Aurélio, ficaram com apresentações periódicas. Hugo Rocha, foi submetido a prisão domiciliária. Estão indiciados por homicídio simples.
Ao que o CM apurou, ‘Joca’, com cerca de 30 anos, foi constituído arguido há alguns meses. O polícia é também alvo, neste momento, de um inquérito disciplinar interno, desencadeado pela unidade de investigação criminal onde continua a trabalhar.
VIOLÊNCIA
VINGA IRMÃO AGREDIDO
Há dois meses, ‘Joca’ e alguns colegas da PSP juntaram-se e, sem mandados, terão ido ao Bairro do Cerco atacar a casa de um dos elementos de um grupo que havia espancado o irmão mais novo do polícia. O jovem foi agredido na mesma rixa em que um casal de namorados foi baleado.
RETALIAÇÃO
Em jeito de retaliação, no dia seguinte, o mesmo gang forçou a entrada em casa de ‘Joca’, deixando um rasto de violência e de destruição no apartamento situado na zona da Ribeira do Porto. A PSP esteve no local, mas não houve detenções por não ter sido apresentada queixa.
Fonte: Correio da Manhã

segunda-feira, 21 de julho de 2008

GRANDE FILME

Inspector espia para a Coca-Cola
Escutas telefónicas, noites de vigilâncias intensas com fotografias e gravações ilegais. Tudo no carro de serviço, o Volkswagen Golf da Polícia Judiciária. O inspector Sérgio A., colocado em Lisboa no Departamento Central de Prevenção e Apoio Tecnológico (DCPAT), já andava a espiar há mais de nove meses por encomenda. Só recebia ordens directas de João Santos, detective privado, mas o CM sabe que entre os vários clientes se encontrava a Coca-Cola.
O inspector espiou ao serviço da marca internacional de refrigerantes, numa altura em que a sua representação no nosso país 'pretendia obter informações relacionadas com um possível desvio de mercadorias', lê-se no relatório do Departamento Disciplinar e de Inspecção da PJ, encarregue da investigação interna. Os responsáveis da Coca-Cola apenas saberiam estar a contratar o detective Santos e nunca um inspector da PJ.
Mas foi na devassa da vida privada, contratado para desvendar mistérios em relações amorosas, que Sérgio A. se especializou (ver caixas). São seis as vigilâncias à margem do DCPAT, e sempre com todos os meios da PJ à disposição, em que a investigação interna o apanhou.Só que, curiosamente, não consta do relatório interno da PJ o caso pelo qual o escândalo rebentou no mês passado – por dois irmãos terem pagado pelos serviços de dois detectives privados, polícias e ainda de dois funcionários de operadoras móveis para perseguir e aterrorizar um jovem, sobrinho dos donos da editora Assírio & Alvim.
A vítima deste caso queixou-se à PSP, depois das várias ameaças de morte e de a sua família ter recebido coroas de flores em seu nome. Foi só a partir de então que a Divisão de Investigação Criminal da PSP chegou, para além dos outros elementos, a pelo menos três agentes seus e ao inspector da PJ.
De qualquer forma, os seis casos presentes no relatório da PJ foram suficientes para Almeida Rodrigues, director nacional, ordenar a suspensão imediata do polícia.
VIGIOU MULHERES, UM MARIDO E ATÉ UM TAXISTA
A investigação interna da PJ, depois de uma denúncia da Divisão de Investigação Criminal da PSP, passou por buscas à casa, ao 'computador, aos telefones e à viatura de serviço' do inspector Sérgio A., permitindo aos colegas apurar que, entre 22 de Abril e 3 de Junho deste ano, 'Sérgio A. estabeleceu contactos regulares com o detective privado João Santos, efectuando vigilâncias, recolhendo fotografias e fornecendo-lhe toda a informação obtida'. Espiou na rua S. João da Caparica, 'relativo ao pedido de uma mulher que pretendia saber se o marido, que abandonara o lar, tinha alguma relação extraconjugal'. Vigiou ainda a proprietária de um Mercedes SLK no Campo Grande, Lisboa, na noite de 14 de Maio; o funcionário de uma empresa de crédito; um taxista de Casal de Cambra e outra mulher.
'INVIABILIZA A RELAÇÃO COM O SERVIÇO PÚBLICO'
O director nacional da Judiciária não perdeu tempo e, quando o responsável pelo DCPAT, João Carreira, lhe deu conhecimento das suspeitas sobre um inspector – por peculato de uso, violação de segredo, gravações de fotografias ilícitas e instrumentos de escutas telefónicas –, determinou um processo disciplinar imediato. O despacho de Almeida Rodrigues é de 27 de Junho e o inspector Sérgio A. foi logo suspendido de funções. Diz o director que, 'a comprovar-se, inviabiliza a manutenção da relação com o serviço público'. Foram violados deveres de isenção, zelo, lealdade e sigilo. A pena disciplinar aplicável é a de demissão.
PORMENORES
ATRÁS DE UM TRAFICANTE
Numa justificação ao detective privado que lhe pagava, o inspector da PJ disse-lhe, a 6 de Junho, que na véspera não pôde atender o seu telefonema porque passou a noite toda a trabalhar numa vigilância oficial, atrás de um traficante.
SUSPEITO AINDA NEGOU

O Processo-crime está entregue ao procurador João Guerra, do Departamento de Investigação e Acção Penal, que emitiu o mandado de busca e apreensão. Confrontado com as suspeitas, o inspector da PJ começou por negar.
Fonte: Correio da Manhã

domingo, 20 de julho de 2008

pó de talco não serve só para o rabinho dos bébés

Heroína e cocaína substituídas por pó de talco em esquadra de polícia
Cem quilos de droga, que estavam destinados a ser destruídos, desapareceram da principal esquadra de polícia de Sevilha, em Espanha, depois de alguém ter substituído os estupefacientes por pó de talco e outras substâncias. O caso está agora a ser investigado pelo departamento de assuntos internos.
Segundo relata o jornal El País, o alerta foi dado pelo chefe superior de polícia da Andaluzia Ocidental, Enrique Alvarez, após a realização de uma contra-análise, antes da destruição de cocaína apreendida. Este procedimento revelou que na sua presença não tinha qualquer tipo de estupefaciente, mas antes outras substâncias que apresentavam uma cor semelhante.
A inspecção da restante droga que se encontrava armazenada na esquadra revelou que tinha desaparecido 50 quilos de cocaína e outros tantos de heroína. O caso foi de imediato denunciado ao departamento de assuntos internos da polícia, que agora está a investigar a troca da droga por pó de talco e outras substâncias que, pela sua cor, permitiam que o roubo não fosse identificado sem uma análise.
O jornal espanhol aponta que o processo burocrático para a destruição de droga apreendida pode levar anos, o que leva a uma acumulação enorme de estupefacientes em algumas esquadras, que muitas vezes não têm condições adequadas para as guardarem.
Segundo o El País, trabalham cerca de 50 agentes na esquadra onde sucedeu este caso, que, em teoria, só poderiam aceder ao lugar onde a droga estava armazenada acompanhados por um superior. Porém, esta norma «foi relativizada pela rotina», segundo a publicação, que dá conta ainda que o espaço não possuía qualquer sistema de videovigilância.
A droga que desapareceu pode alcançar um preço final no mercado de 10 milhões de euros.
Fonte: IOL Diário

Luz verde para fugir às perseguições

A Inspecção-Geral da Administração Interna (IGAI) emitiu uma recomendação para as Forças de Segurança que as proíbe de disparar em perseguições. Em causa, está a recente morte de um jovem baleado na cabeça pela GNR. Os principais sindicatos das polícias já vieram comentar a ordem da IGAI, noticiada na edição deste sábado do Correio da Manhã.
A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia e a Associação dos Profissionais da Guarda consideram que a recomendação da Inspecção-Geral da Administração Interna (IGAI) para o uso de armas é bem intencionada, mas não chega na melhor altura, noticia a Lusa.
A recomendação da IGAI - que tem lugar depois da morte de um rapaz de 25 anos, que a 05 deste mês não parou numa Operação Stop em Gondomar, tendo sido alvejado na cabeça durante uma perseguição automóvel movida pela GNR - alerta os agentes para os inconvenientes do uso de armas de fogo durante as perseguições policiais. Os disparos em perseguições só são possíveis caso a vida dos agentes ou de terceiros esteja em perigo.
Avisos podem inibir polícias
Segundo Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia, «a própria Inspecção-Geral da PSP tem emitido orientações para as perseguições a criminosos, automobilizados ou não, de modo a que não seja colocada em risco a vida de outras pessoas».
«Estes avisos, apesar de bem intencionados, podem inibir a actuação policial e não podemos deixar que seja colocada em causa essa capacidade de actuação, pois ela é um garante da segurança dos cidadãos e da sua confiança nas autoridades», declarou ao jornal.
«Agentes cada vez mais agredidos»
Por seu lado, José Manageiro, presidente da Associação dos Profissionais da Guarda, afirmou à Lusa existir «uma directiva do Comando-Geral da GNR, posterior à recomendação da IGAI e no mesmo sentido desta».
«Compreendo que a recomendação tenha sido emitida após o que aconteceu em Gondomar, mas não me parece que o momento que vivemos seja o mais adequado para este tipo de avisos, pois com a posse de armas por pessoas sem habilitação legal é afectado o direito do cidadão a circular em paz na via pública», afirmou.
«É óbvio que queremos seguir o que já está estipulado na lei e o ideal seria que os agentes nunca tivessem de fazer uso das armas, mas sabemos que não é assim. Os elementos das forças policiais são cada vez mais agredidos e ainda esta semana o posto da GNR da Póvoa do Varzim atingido a tiro», acrescentou.
«Houve a promessa de coletes para a protecção individual dos agentes e de helicópteros que, fora da época de incêndios, ficariam afectos aos serviços policiais, para auxiliar no combate ao contrabando e à imigração ilegal e também para ajudar nas perseguições, mas nada foi cumprido», lamentou José Manageiro.
Fonte: IOL Diário

Mais um

Polícia ferido em operação stop em Santarém


Um agente da PSP de Santarém ficou ferido num pulso na sequência de uma tentativa de atropelamento no decorrer de uma operação stop este sábado à noite. A situação ocorreu no centro da cidade no largo Cândido dos Reis a poucos metros do comando distrital da Polícia. O agente fez sinal de paragem ao condutor que não obedeceu e acelerou a grande velocidade na sua direcção. O polícia só teve tempo de dar um salto para o lado para não ser apanhado pela viatura e ao desviar-se acabou por cair e bater com a mão direita no passeio, tendo ficado com o pulso magoado.
O polícia, que pertence ao programa Escola Segura, foi encaminhado para o Hospital de Santarém onde recebeu tratamento. O condutor do veículo fugiu em direcção ao Cartaxo ainda passou por uma segunda equipa que estava a fiscalizar condutores na Estrada Nacional 3, perto do Centro Nacional de Exposições, onde um outro agente teve que se desviar para não ser atropelado. Dois agentes da investigação criminal encetaram uma perseguição, mas não conseguiu interceptar o veículo em fuga. No entanto a PSP registou a matrícula do carro.
Fonte: O Mirante

sábado, 19 de julho de 2008

Polícia agredido por condutor alcoolizado

Um condutor alcoolizado agrediu um agente da Divisão de Trânsito da PSP, na Estrada da Circunvalação, no Porto. O polícia teve que ser submetido a uma intervenção cirúrgica.
O transgressor, um jovem de 24 anos, foi interceptado, às 7.30 horas, pelo elemento da Divisão de Trânsito da PSP e submetido ao teste de alcoolemia, tendo acusado 2,32 gr/l de álcool no sangue.
Durante o seu transporte para a esquadra da PSP, no carro-patrulha, o condutor terá tentando saltar da viatura da PSP em andamento. Os agentes foram obrigados a parar, de imediato, a viatura para imobilizar o indivíduo.
A agressão ter-se-á dado quando o detido reagiu de forma violenta à intervenção dos agentes de autoridade tendo agredido um dos agente que o escoltavam. A vítima, de 33 anos, seguia ao seu lado na viatura.
Como resultado da agressão, o agente ficou ferido na mão direita, embora sem gravidade, tendo sido de imediato transportado para o Hospital de São João, no Porto.
Ontem, à hora do fecho da edição, o polícia encontrava-se internado e a aguardar uma intervenção cirúrgica, que estava prevista para durante a noite ou ainda esta manhã.
O jovem agressor alcoolizado foi, ontem à tarde, presente a tribunal e ficou detido.
Fonte: JN

quinta-feira, 17 de julho de 2008

«Polícia automática» até ao final do ano

Durante a assinatura de um protocolo entre a Associação Portuguesa de Seguradores, a Associação Portuguesa de Leasing e Factoring e o Ministério da Administração Interna, Rui Pereira esclareceu as novas medidas de combate ao carjacking.
«Até ao último trimestre deste ano, Lisboa e Porto terão aquilo a que chamamos polícia automática», garantiu. O ministro falava do projecto-piloto de leitura automática de matrículas.
Recorde como se pode defender.
As viaturas da PSP e da GNR vão ficar equipadas com um sistema automático de leitura de matrículas que permite detectar «rapidamente» os carros alvo de carjacking, anunciou o ministro da Administração Interna.
Segundo Rui Pereira, o sistema vai arrancar entre «01 de Outubro e 31 de Dezembro» nas áreas de Lisboa e Porto, sendo depois o projecto avaliado para ser estendido às viaturas da PSP e da GNR de todo o país.
Através desta pareceria, as forças de segurança vão estar presentes em stands e salões de automóveis para divulgarem quais os instrumentos defensivos para se enfrentar o roubo violento de viaturas, afirmou o governante.
O ministro adiantou que a execução dos protocolos será «garantida por uma comissão de acompanhamento», composta por elementos da PSP e da GNR.
No mesmo âmbito, o MAI também assina esta quinta-feira um protocolo com a Associação de Comércio Automóvel de Portugal para desenvolver acções de divulgação, informação e sensibilização que estimulem a aquisição e a divulgação da oferta de soluções tecnológicas baseadas na georeferênciação e geolocalização (GPS) como serviço de protecção adicional.
Carjacking aumentou 70%, mas vai baixar
«O objectivo é estabelecer uma parceria entre o ramo automóvel e as forças policiais para esclarecer os cidadãos, para evitar mais situações de roubo de carros», explicou.
«Vamos divulgar os mecanismos [de geolocalização] para que a massificação das vendas baixe os custos e se tornem relativamente habituais nos carros, principalmente nos automóveis topo de gama, que são os mais atingidos como toda a gente sabe», acrescentou.
O ministério integrou também, na sua página da Internet, vários «conselhos úteis» e vai promover a distribuição de panfletos em zonas de maior incidência deste tipo de crimes.
Fonte: Iol Diário

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Dois juízes agredidos por irmãos condenados por tráfico de droga

Irmã de arguidos detida após atirar cadeiras e injuriar magistrados Dois juízes do Tribunal Judicial de Santa Maria da Feira sofreram ontem à tarde ferimentos ligeiros causados por agressões de um arguido no final da leitura da sentença de um processo por crimes de tráfico agravado de droga.Os magistrados judiciais foram assistidos no local por socorristas dos Bombeiros de Santa Maria da Feira, nas instalações dos quais estava a decorrer a audiência, como tem acontecido desde o encerramento do Palácio de Justiça local.A confusão instalou-se após a leitura do acórdão cerca das 17.00. Dois arguidos, irmãos, que tinham sido condenados a oito anos e seis meses e nove anos de prisão efectiva, as penas mais elevadas entre os 18 acusados, levantaram-se das cadeiras e galgaram a mesa que os dividia dos juízes gritando ameaças de morte.Antes de ser dominado pelas forças policiais, um dos indivíduos conseguiu ainda consumar agressões ao juiz presidente e a uma juíza causando-lhes, respectivamente, um hematoma na cabeça e feridas na cara e pescoço. Elementos que estavam na assistência, entre os quais familiares dos arguidos, acabaram também por se envolver nos tumultos, fazendo voar cadeiras pela sala enquanto injuriavam magistrados e agentes de autoridade. Guardas prisionais, militares da GNR à paisana e agentes da PSP, totalizando quase duas dezenas de efectivos, restabeleceram a ordem em dez minutos.Uma irmã dos arguidos que esteve envolvido nas agressões aos magistrados, de 32 anos, foi detida e outros intervenientes identificados.O processo por tráfico de droga culminou ontem com a aplicação de penas de cadeia entre 2 a 9 anos, tendo sido suspensas relativamente aos cinco arguidos condenados até três anos.Os cabecilhas, que estavam já em prisão preventiva, são residentes em Santa Maria da Feira.
Fonte: DN online

Agente da PSP carregado aos ombros para entrar no Tribunal de Elvas

Um paraplégico teve de ser transportado em ombros até à sala de audiências do tribunal de Elvas. É um caso que desafia os limites da dignidade. É um exemplo da falta de acessos para deficientes na maioria dos tribunais portugueses.
António Remudas é agente da PSP. Ficou paraplégico depois de um acidente de mota. Com ajuda ultrapassa as barreiras arquitectónicas que o impedem de chegar à sala de audiências. Três colegas carregam António para que possa cumprir com o seu dever legal. Trinta degraus depois chegam ao átrio. Há meses, o agente sugeriu ao Ministério da Justiça que adaptasse o edifício às necessidades dos deficientes. O Ministério respondeu que as obras no Tribunal de Elvas são uma prioridade. Este não é caso único. Acontece também no Tribunal de Abrantes. Há três meses um homem teve de ser ouvido pelo juiz em plena rua. O tribunal veio até César, porque César não conseguiu lá entrar. Foi assim que a testemunha contou aos juízes, arguidos e advogados o que viu. No Tribunal de Abrantes há um lugar para deficientes mas as escadas são para eles intransponíveis. Não há rampas nem elevadores. Há um ano neste mesmo tribunal uma advogada, em cadeira de rodas, foi transportada por funcionários. Mas estão previstas mudanças, as obras neste tribunal vão ser adjudicadas já este ano. Também em Faro só se entra com ajuda. Para quem se desloca em cadeira de rodas as escadas deste tribunal tornam impossível a missão de chegar à porta principal.


Fonte: SIC online

Polícias têm 10 mil armas guardadas

Na PSP, cinco mil pistolas Glock 19 a estrear estão guardadas a sete chaves num armazém da Quinta das Águas Livres, em Belas, sede da Unidade Especial de Polícia. A GNR também mantém armazenadas outras tantas armas. As dez mil novas pistolas até já têm coldres que as equipem – a sua falta era a justificação oficial para não poderem ser entregues. Nas duas forças de segurança, estranha-se o atraso na distribuição das armas. O Governo promete, para breve, novidades sobre o assunto.
O reequipamento da PSP e GNR com as novas Glock 19 passou por vários percalços. No entanto, em Junho de 2007, os tribunais deram razão ao Ministério da Administração Interna (MAI) no diferendo mantido com o fabricante preterido, a Walther.
A nova pistola foi apresentada pelo MAI em finais de 2007. Mas, já em Fevereiro deste ano, e como o CM noticiou, PSP e GNR notaram, durante os testes, que a arma tinha a patilha de segurança no lado direito: ideal para atiradores canhotos (a larga maioria do efectivo é destra). O MAI foi obrigado a contactar o fabricante, que reparou a anomalia, sem custos adicionais. A empresa custeou ainda a formação de técnicos de manutenção de armamento da PSP e GNR . As dez mil pistolas Glock regressaram então às instalações das duas forças de segurança.
O CM apurou que, pelo menos desde Maio, as mesmas permanecem guardadas. PSP e a GNR terminaram recentemente cursos de incorporação. Em nenhuma das duas formações, os alunos usaram as novas pistolas.
Fontes das duas forças de segurança interrogam-se sobre o atraso na distribuição das dez mil armas. "Provavelmente o Governo espera pelo melhor momento político para o fazer", disse fonte policial.
Uma porta-voz do MAI disse ontem ao CM que o secretário de Estado da Administração Interna, Rui Sá Gomes, assegura que "em breve haverá novidades".
FONTES OFICIAIS RECONHECEM ATRASO
Apesar de ainda não ser certo, é provável que o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, anuncie a distribuição das cinco mil armas da PSP no dia 2 de Julho, data em que se celebra mais um aniversário desta força de segurança. Na GNR, nem sequer há ainda estimativas. Fontes oficiais das duas polícias contactadas pelo CM reconhecem que as dez mil novas Glock 19 ainda não tiveram actividade operacional. Um responsável da PSP negou que as cinco mil pistolas estejam ‘trancadas’ em Belas, mas também não avançou em que local estão as armas. "O atraso deve-se à implementação dos novos coldres", explicou. Já a GNR confirmou, através de uma outra fonte oficial, não ter também distribuído as novas armas. "Continuamos à espera de novos coldres", explicou.
PORTO JÁ TEM EQUIPAS CONTRA CARJACKING
O comando da PSP do Porto já tem formadas equipas ‘anticarjacking’. Os comandos de Lisboa e Setúbal foram os ‘tubos de ensaio’ das Equipas de Reacção Táctica (nome técnico das novas unidades). No entanto, já este mês, agentes da Unidade Especial de Polícia (UEP) estiveram no Porto, e constituíram duas destas equipas. As mesmas não entraram ainda em funcionamento, porque se aguarda pela constituição formal de destacamentos da UEP no comando do Porto. Os agentes estão escolhidos, mas falta o dinheiro para ampliar as instalações existentes, não só no Porto mas também em Faro.
Fonte: Correio da Manhã

PSP deteve 196 pessoas

A Polícia de Segurança Pública deteve 196 pessoas no âmbito da operação Noite Segura, realizada em todo o país nas noites de domingo, segunda e terça-feira, envolvendo 2.316 agentes e 936 viaturas, escreve a Lusa.
Em comunicado divulgado esta terça-feira, a PSP refere que foram detidas 196 pessoas, das quais 136 por condução com excesso de álcool, cinco por tráfico de estupefacientes e duas por posse de arma ilegal.
No Porto, a divisão de Investigação Criminal da cidade deteve um cidadão, constituiu oito arguidos e identificou 13 pessoas numa operação de desmantelamento de uma rede de furto e receptação de equipamento e artigos de cobre.
Foram apreendidas duas toneladas de cobre, 228 quilogramas de alumínio e 22 mil euros em dinheiro.
Em termos de resultados operacionais, a PSP refere que foram realizadas 242 operações, fiscalizadas 10.414 viaturas, tendo sido 3.492 condutores submetidos ao teste do álcool, dos quais 85 foram apanhados com uma taxa entre os 0,8 e as 1,2 gramas por litro de sangue, ou seja, acima do permitido por lei.
A polícia apreendeu também 3.111 doses de estupefacientes, sem especificar.
A operação Noite Segura decorreu nos terminais de transportes públicos, ligeiros e pesados, zonas de diversão nocturna e estabelecimento de restauração e bebidas.