terça-feira, 19 de agosto de 2008

PSP diz que Carolina já não corre perigo


Carolina Salgado já não tem protecção policial permanente. A PSP fez uma avaliação de risco e considerou já não se justificar a medida. O Ministério Público concordou.
Aquela que é considerada testemunha fulcral no caso Apito Dourado, nos processos contra o presidente do F. C. Porto, só irá ser seguida por polícias quando se deslocar a diligências concretas.
Esta medida foi considerada suficiente pelos elementos da PSP que efectuaram a avaliação trimestral da situação de Carolina. Mas a decisão pode ser alterada a qualquer momento, se surgirem indícios de perigo.
Durante cerca de um ano, desde 24 de Julho do ano passado, a ex-companheira de Pinto da Costa foi guardada dia e noite por pelo menos dois agentes da PSP.
Na origem da protecção da testemunha esteve um requerimento do seu advogado, José Dantas, à equipa de investigação do Apito Dourado, coordenada por Maria José, Morgado, na sequência da detecção de movimentos suspeitos de indivíduos junto à sua casa, em Gaia.
Os polícias deram nas vistas ao seguir Carolina em todas as deslocações relacionadas com a apresentação do seu livro, "Eu, Carolina", o filme "Corrupção", bem como em estadias no Alentejo, na estalagem do agora ex-namorado, Francisco Rolo.
Há mês e meio, um juiz do Tribunal de Instrução Criminal do Porto mandou instaurar um processo-crime a Carolina por indícios de falsas declarações. Em causa está o facto de, no caso FCP-Amadora, ter dito que estava ao lado de Pinto da Costa quando este recebeu o célebre telefonema da "fruta", quando, na realidade, estaria algures entre a casa da mãe e o cabeleireiro. O que foi detectado através da análise a escutas de Pinto da Costa.
Fonte: JN

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