quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Porto: Agente começa a ser julgado no dia 19

PSP sequestrou ‘Berto Maluco’

Um agente do Comando Metropolitano da PSP do Porto começa a ser julgado dia 19, no Tribunal de S. João Novo, no Porto, pelos crimes de sequestro, falsificação de documentos e abuso de poder. A vítima foi ‘Berto Maluco’ que, no final de 2007, foi assassinado por uma rajada de metralhadora, na vaga de homicídios que marcou a noite do Porto. O sequestro remonta a Novembro de 2006.
O alegado sequestro ocorreu quando o agente da PSP, Alberto Jorge Couto, de 34 anos, foi em auxílio do seu irmão Israel que se tinha envolvido numa confusão à porta da discoteca Chic. A história começa como tantas outras de violência nas discotecas da Invicta. Uma troca de palavras azeda entre ‘Berto Maluco’ e Israel Sousa que o acusava de "ter dado um soco à mulher".
Ao chegar ao local, o agente foi alertado pelo irmão do que sucedera. Ao que respondeu de imediato: "Isto não fica assim" e "vou resolver o assunto à minha maneira".
Todavia, no local, estavam as brigadas de Intervenção Rápida que travaram a fúria de Alberto Jorge, fazendo-lhe ver que não "tinha qualquer competência" para efectuar diligências.
O polícia acatou em primeira instância a ordem dos colegas, mas pouco depois voltou ao local. Eram 05h45 quando regressou à discoteca para nova discussão com ‘Berto Maluco’. A altercação continuou com uma perseguição automóvel, na qual o segurança foi barrado por dois carros.
Nessa altura, e porque Israel disparou um tiro para o ar, ‘Berto’, acompanhado de um amigo, saiu do carro. Pouco depois, já Alberto empunhava a arma. Nessa atura, deteve o segurança e levou-o à esquadra. Segundo a Acusação não o podia ter feito e isso constitui um crime de sequestro.
FALSIFICOU A PARTICIPAÇÃO
Após a identificação na esquadra, o agente negociou com ‘Berto’ a sua libertação, produzindo um auto de notícia em que debitava a sua versão dos factos. O polícia terá prometido ao segurança que assim não teria de ficar na esquadra até de manhã e ir ao juiz de instrução no TIC. A Acusação defende que Alberto Jorge quis que a sua conduta passasse despercebida e fosse ocultada "sob a aparência da legalidade". Na qualidade de agente da autoridade teve acesso a documentos e meios de expediente que lhe permitiram "fabricar aquela participação ". O MP diz ainda que o PSP sabia que os factos por si descritos não correspondiam à verdade. Refira-se que o irmão do agente também será julgado pelo crime de ameaças.

Fonte: Correio da Manhã

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Novos estatutos publicados em Diário da República


Os estatutos profissionais da PSP e da GNR, que estabelecem uma nova tabela remuneratória e um aumento faseado até 2012 do suplemento de serviço nas forças de segurança, foram hoje publicados em Diário da República.

Segundo os diplomas, que vão entrar em vigor a 01 de Janeiro do próximo ano, o suplemento de serviço nas forças de segurança é aumentado progressivamente entre 2010 e 2012, de 14,5 para 20 por cento da remuneração base.


Também a partir do próximo ano, os agentes da PSP e os militares da GNR vão ingressar em novas tabelas remuneratórias que, segundo o Ministério da Administração Interna, "implicam melhoramentos salariais".



segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Ex-director dos serviços sociais acusado de desviar dinheiro


Oficial da PSP sem punição

Mais de três anos depois de ter sido acusado de cometer irregularidades na gestão dos serviços sociais da PSP, o superintendente Leopoldo Amaral, que à data dos factos (Maio de 2006) assumia as funções de director, foi condenado a uma pena de suspensão de 160 dias. Essa pena acabou substituída no dia 17 deste mês por uma multa de 18 dias, que, por sua vez, foi suspensa.

Ou seja, apesar de condenado, o superintendente – que entre outros crimes era acusado de desviar verbas dos serviços sociais para seu proveito – não sofrerá punição.

O mesmo não ocorreu a alguns elementos policias, condenados na mesma altura do que Leopoldo Amaral. Por crimes menores viram ser-lhes aplicadas penas mais pesadas, o que está a revoltar os agentes.

Um dos casos é o de um agente da Polícia Municipal de Lisboa, que, por não ter dado conta aos superiores hierárquicos de que outro agente chegou tarde ao serviço, foi condenado a uma multa de cerca de 1380 euros.

PORMENORES

SUSPEITAS

Leopoldo Amaral era suspeito de ter construído uma piscina em sua casa com o dinheiro dos serviços sociais.

SUSPENSO

Depois de ter sido acusado o superintendente foi suspenso das suas funções de director dos Serviços Sociais da PSP.

ACUSAÇÕES

Na altura dos factos, Leopoldo negou as acusações e disse que tudo aquilo não passava de uma cabala contra si.

Fonte: Correio da Manhã

Apreendidas 800 armas de fogo em 3 dias no distrito de Lisboa


A PSP apreendeu 800 armas de fogo, das quais cerca de 400 de defesa, 400 de caça e 300 mil munições de vários calibres, numa operação realizada entre terça-feira e quinta-feira no distrito de Lisboa, foi hoje anunciado.

O resultado da operação policial, da competência das Brigadas da Divisão de Investigação e Fiscalização do Departamento de Armas e Explosivos, foi hoje transmitido à Agência Lusa pela PSP em comunicado.

Além do material apreendido, a Polícia de Segurança Pública (PSP) constituiu arguido um sexagenário, comerciante, por suspeita de detenção de arma proibida.

A "Operação Lord" resultou na apreensão de "800 armas de fogo, das quais cerca de 400 de defesa (pistolas e revólveres de calibres 9mm, 7,65mm e 6,35mm) e 400 de caça grossa (carabinas) e de caça (caçadeiras)", segundo o comunicado.

A PSP apreendeu ainda 300 mil munições de vários calibres e diversas partes de armas de fogo, como canos, culatras, básculas e carcaças.

Fonte: Diário Digital / Lusa

Da Cova da Moura para o Iraque


GOE - PSP Foi a primeira força de operações especiais no âmbito da segurança interna. É composta por entre 60 e 80 homens.

A equipa entra de rompante no interior da habitação, gritos e armas apontadas intimidam os alvos, em segundos a situação está resolvida. São os GOE da PSP, tão escondidos de olhares indiscretos, mas seguramente os elementos de operações especiais mais conhecidos pelo grande público, mercê das rusgas constantes em que são chamados a intervir e por via de a PSP deter a competência territorial sobre os grandes centros urbanos, ainda mais reforçada na sequência da reestruturação do dispositivo das forças de segurança. "Estamos preparados para intervir em situações de alta violência", sustenta o subintendente Ribeiro, comandante do GOE, a unidade que está integrada na Unidade Especial de Polícia. A força é normalmente chamada a intervir em acções em apoio de uma força policial de investigação, da PSP ou da PJ, ou para dominar indivíduos de alta perigosidade. E para entrar nas casas não há como a "chave universal", como os homens do GOE designam na gíria o ariete, um cilindro metálico maciço com duas pegas nas pontas. "Não há porta que resista, a 'chave universal' abre tudo", dizem, entre gracejos, os agentes do GOE, após mais um dos inúmeros exercícios que regularmente executam. Os bairros mais perigosos de todo o país, como a Cova da Moura, são deles bem conhecidos, em acções que normalmente envolvem alto risco e perigosidade, mas a investigação criminal, ao contrário do que já acontece no GIOE da GNR, está-lhes vedada, se bem que as equipas de vigilância executem trabalho de reconhecimento. "Sim, é uma das nossas funções", admite o subintendente Ribeiro. No entanto, a sua actividade não se resume ao território nacional e têm sido com frequência recrutados para a protecção das instalações diplomáticas portuguesas no estrangeiro. "Estivemos, por exemplo, no Iraque, foi um trabalho bem duro", aponta um agente, sem adiantar mais pormenores, se bem que seja conhecido o permanente ambiente de tensão em que estes homens viviam, praticamente limitados durante meses ao espaço físico da embaixada. As saídas eram apenas aquelas que eram permitidas e previstas no âmbito da escolta e protecção dos diplomatas. Hoje, essa missão de escolta e protecção no exterior começou também a ser desempenhada pelo Corpo de Segurança Pessoal, mas em situação mais áspera aí está o GOE.

Fonte: JN

'Turbopolícias' perseguem crime em duas rodas

Projecto piloto da PSP está em teste e visa prevenir e dissuadir criminalidade. Motos topo de gama e agentes artilhados dão nas vistas...

Ainda mal tinha desligado o telefone a pedir ajuda quando, através da montra envidraçada, vê estacionar à porta quatro motos, topo de gama, com dois agentes da PSP em cada uma. A "música" dos motores BMW já tinha encantado os transeuntes que ficaram como que congelados, nas ruas e até nas janelas dos prédios, a olhar a aparatosa chegada. Os olhares de espanto contagiavam também as poucas pessoas que estavam dentro da pastelaria no centro do Barreiro, de onde tinha partido o alerta.

Entre elas, o motivo do telefonema para a polícia, apenas cerca de dois minutos antes. Um "velho" cliente, de etnia cigana, conhecido por "armar discussões e causar distúrbios", como explicou depois a proprietária da loja. Este, sentado, fitava, de olhos esbugalhados, os agentes que iam entrando, um a um. "Eu não fiz nada, eu não fiz nada", insistia com ar notoriamente assustado. Depois da equipa policial ter esclarecido o motivo da sua presença - a central tinha recebido um telefonema a dizer que se receava que um cliente provocasse confusão - acabou por se esgueirar pela porta, sempre de olhos nas botas dos polícias e com um "desculpe, desculpe" a sair, repetidamente pela boca.

Rápidas, violentas e espectaculares. As novas equipas da PSP, que estão agora a ser experimentadas no Comando de Setúbal, num projecto-piloto de seis meses, preenchem os três adjectivos. Rápidas porque têm debaixo de si motos fabricadas para a velocidade. "O topo-de-gama do segmento", garante o chefe destes "turbopolícias", Vitor Costa. "A capacidade de reacção mais rápida com um elevado grau de prontidão operacional" é uma das grandes mais-valias que se pretende introduzir, explica o intendente Bastos Leitão, responsável por todo o comando de Setúbal que recebeu este "presente".

Violentas, porque, todos os actuais 12 elementos da equipas foram treinados para responder a situações de crimes mais graves. Estão armados como os elementos de elite do Corpo de Intervenção quando chamados a intervir em situações mais complicadas de ordem pública. Além das fardas iguais, colete anti-bala, pistolas Glock 9 mm, arrumadas num coldre a meio da perna, bastão extensível e, sempre que necessário, shot-guns de reserva.

Espectaculares porque... dão espectáculo onde passam. "Talvez ainda porque somos novidade, poucos são os que não páram na rua para nos apreciar", diz, orgulhoso o chefe Costa. O DN teve oportunidade de confirmar in loco isso mesmo, durante um dos turnos destas equipas, na área da Divisão do Barreiro.

À parte o incidente, que não chegou a sê-lo, da pastelaria, as horas passaram-se em ritmo cruzeiro pelas ruas, com pescoços a torcerem-se na direcção das motos e a comentarem a presença aparatosa. Alguns dos agentes confessaram o seu desejo de actuar em força mais vezes, de ir aos sítios mais perigosos, de marcar presença onde sabem que os criminosos se juntam.

Como aconteceu logo no primeiros dias que saíram para as ruas. Numa das patrulhas no bairro da BelaVista foram "provocados" por um residente que passou por eles, desafiante, a fazer "cavalinho" com a sua mota. Arrancou a toda a velocidade para dentro das estreitas ruelas entre os prédios degradados do bairro, mas já tinha sido reconhecido. Tinha feito a mesma provocação para as televisões quando o bairro foi palco de conflitos com a polícia e estava referenciado por tráfico de droga. Escusado será dizer que, sem as limitações de circulação que tem um carro-patrulha, as motos se lançaram numa perseguição por entre os prédios e rapidamente alcançaram o fugitivo. "De repente, viu-se cercado por todos os lados por seis motos e doze polícias", recorda um dos agentes envolvidos, "nem queria acreditar como já estávamos ali". A detenção foi "pacífica, sem qualquer reacção". O "ar de surpresa" não lhe saía do rosto. Tinha na sua posse 70 doses de haxixe. O suficiente para ser presente a tribunal e ficar controlado com termo de identidade e residência.

O intendente Bastos Leitão compreende que os seus homens queiram "mais acção". Mas, para já, a ordem é essencialmente "para a prevenção e dissuasão através da visibilibidade". Até porque, " o cenário hoje é bem melhor" do que há uns meses, quando foi decidido que estas equipas seriam colocadas primeiro na região de Setúbal, porque era este o pior distrito do país, onde a criminalidade violenta fazia parte do dia-a-dia (ver números).

O comandante não tem, ainda assim, dúvidas sobre "a eficácia dissuasora" da presença destas equipas nas ruas "mesmo que só a circular". Segundo Bastos Leitão, "uma análise feita aos relatórios de expediente revelam que, de uma forma geral, onde estas equipas fizeram turno, não há ocorrências registadas".

Fonte: DN Portugal

Na zona industrial do Porto


PSP retira 52 menores de discoteca

Cinquenta e dois menores foram retirados da discoteca New Chic, na zona industrial do Porto, na madrugada de ontem, no final de mais uma noite de diversão. Por terem menos de 16 anos, foram levados para a 18ª esquadra. Foram ainda identificados cinco indivíduos em serviço de segurança ilegal: nenhum tinha o cartão necessário emitido pelo Ministério da Administração Interna.

Também o DJ do espaço foi identificado por estar na posse da réplica de uma arma de fogo. Com os elementos do Corpo de Intervenção da PSP no interior da discoteca, o DJ ainda arriscou desafiar a polícia."A bófia não manda aqui!", conseguiu gritar algumas vezes antes de ser revistado pelos agentes da PSP que descobriram a falsa pistola junto aos CD que estava a usar. A operação, que envolveu trinta elementos da polícia, permitiu ainda identificar um funcionário de nacionalidade brasileira que se encontra em situação ilegal no País. Foram detectadas 12 infracções relacionadas com a ausência ou deficiência de sinalização no espaço, exigida por lei.

Fonte: Correio da Manhã

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Tribunal volta a decidir hoje medida de coacção de ex-PSP

O ex-agente da PSP condenado a sete anos de cadeia por extorsão a donos de estabelecimentos de diversão nocturna, em Lisboa, e posse de arma ilegal já foi extraditado para Portugal e vai ter de comparecer hoje em tribunal, no Campus de Justiça de Lisboa.

Segundo o advogado Carlos Melo Alves, Alfredo Morais está preso no Estabelecimento Prisional de Lisboa e vai ser presente a um juiz para aplicação de medida de coacção. Mas, o mais certo, é que se mantenha a prisão preventiva aplicada após a leitura da sentença, a 30 de Abril.

Alfredo Morais esteve em liberdade enquanto decorreram todas as sessões de julgamento. No banco dos réus negou sempre os crimes de que era acusado. Segundo o Ministério Público (MP), era ele o responsável por uma rede de suspeitos que exigiam dinheiro aos donos de casas de diversão nocturna em troca de segurança e de mulheres. Se os proprietários negassem, eram agredidos.

Durante o julgamento, a presidente do colectivo de juízes, Leonor Botelho, alertou diversas vezes para a violação das medidas de coacção impostas aos arguidos - que tinham de apresentar-se periodicamente na esquadra da sua área de residência. E chegou a proibi-los de frequentar os bares, cujos donos eram testemunhas no processo.

No dia da leitura da sentença, o arguido Alfredo Morais não compareceu. E o colectivo de juízes ordenou que fosse emitido um mandado de detenção, para que ficasse em prisão preventiva até trânsito em julgado. O advogado Carlos Melo Alves recorreu da medida de coacção, mas viu o Tribunal da Relação negar-lhe o pedido e manter a decisão da primeira instância.

Enquanto a Polícia não lhe deitou a mão, Alfredo Morais aproveitou para viajar até à Europa de Leste. Três meses depois, quando tentava passar a fronteira entre a Lituânia e a Letónia, foi detido com documentos falsos. Acabou "condenado a uma pena de três meses de prisão" por posse e uso de documentação fraudulenta".

Pena cumprida e Alfredo Morais foi extraditado quarta-feira para Portugal. Quem continua sem dar sinal de vida, segundo a advogada Ana Cotrim, é o seu braço-direito Paulo Baptista. Também ele compareceu sempre ao julgamento mas, na leitura da sentença, alegou motivos de doença para faltar. Foi condenado a seis anos e três meses de cadeia e emitido um mandado de detenção para que fosse preso preventivamente. Nunca mais o viram.

Além de Morais e Baptista, doze outros arguidos começaram a ser julgados há um ano por lenocínio, extorsão, tráfico de droga, posse de arma proibida e associação criminosa. As mulheres e os donos dos bares de strip que testemunharam pediram para ser ouvidos à porta fechada. Testemunhas e juízes pediram segurança.

Fonte: DN

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Quem manda sou eu...

Sr. Guarda, sou eu que estou mandando, por isso não chateie ninguém...Quem manda sou eu...
frase do Sr. Alberto João Jardim transmitida ao Agente da PSP, aquando da realização de mais uma inauguração na ilha .... da Madeira. Tal frase foi dita, na sequência de uma acção praticada por grupo de ... apoiantes do Sr. Jardim, os quais reagiam a uma expressão do PND contra as politicas e à forma de fazer politica do Sr. Jardim. Logo a seguir a esta reportagem, nesta mesma TV, surge Berlusconi, outro grande democrata, agora um pouco mais apertado pela justiça italiana, conotando os magistrados de comunistas, sendo assim, cada vez mais, e nem olhando para a ideologia, aproximo-me de Marx e Lenine!!! No entanto, o Sr. Jardim refere nessa mesma reportagem, que os senhores do PND são fascistas... ora bolas, mas para além de ditador estará o Sr. Jardim estará com problemas psicológicos?
Já dias antes, o comportamento do Sr. Presidente do Governo Regional da Madeira, para com os elementos da sua segurança, não foi o melhor, ordenando de forma prepotente e autoritária, para que esses anulassem a acção praticada por activistas do PND, em mais uma inauguração. Uma coisa é verdade, assistindo a este circo da Madeira, cujo lider mais se assemelha a um boneco de inaugurações, e assistindo a uma Itália de Bersluconi negra, fico preocupado com o futuro da Europa, já que da ilha nada se espera... Um comentário para a prestação da PSP, neste dificil território, para que não pactue com esta postura de arrogância, prepotência e autoritarismo e exerça a sua missão com profissionalismo, rigor e independência de um qualquer Presidente... por mais anormal que seja...
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Paulo Jorge Santos