quarta-feira, 20 de outubro de 2010

PSP volta a servir de isco para phishing

PSP volta a servir de isco para phishing

A PSP informa que se encontra em circulação um e-mail fraudulento associando a nossa instituição a uma suposta falta de pagamento em nome de Maria Cardoso Ribeiro.
A PSP alerta para a não abertura do ficheiro associado, pois pode danificar o sistema operativo ou divulgar dados pessoais.
A PSP já desencadeou os mecanismos judiciais em matéria de acção penal.
Informa-se que a mensagem em causa e que a seguir se exibe, a que a PSP é completamente alheia, é falsa e constitui uma mensagem de “phishing”, devendo por isso ser eliminada.


De: Enviado:
Para: Assunto: Notificacao PSP

Notificacao da Policia de seguranca publica. Denuncia publica feita pela Sra. Maria Cardoso Ribeiro com residencia na cidade de lisboa. Mediante a falta de pagamento e apesar das insistencias tanto verbais como escritas e em consequencia de ter negado todas as tentativas de acordo, tem um prazo perentorio e unico de 48h para regularizar a situacao ou a mesma seguira os tramites legais judiciais. Veja aqui os detalhes da notificacao:

Resolução Nº 138/03
Visualizar sua intimação

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

PSP manda lavar carros patrulha com água da chuva


PSP manda lavar carros patrulha com água da chuva

Direcção Nacional da polícia quer diminuir gastos com água, electricidade, papel, telefone e combustível. A partir de agora, agentes só podem ligar o televisor para ver as notícias.


Os televisores vão passar a estar desligados nas esquadras da PSP. Os agentes apenas podem ligar a TV para ver notícias. Vai acabar o correio postal, os telefones serão usados só em casos excepcionais e até os carros da patrulha serão lavados com a água da chuva. Estas são algumas das mais de 50 medidas que a Direcção Nacional da PSP distribuiu pelos comandos regionais e metropolitanos no sentido de se cortar nas despesas e aumentar as receitas.

"Não passa de uma manobra de diversão porque há outras formas inteligentes de se poupar dinheiro", afirmou ao DN Armando Ferreira, presidente do Sindicato Nacional da Polícia (SINAPOL) que considera que a parte operacional da PSP poderá ser afectada por estas medidas, sendo "perigoso que o Governo deixe que isso aconteça".

A receita não aumentará "porque, por ano, vários milhões de euros são desperdiçados". Armando Ferreira não tem dúvidas onde os cortes deveriam ser feitos. "A nossa proposta era anular a graduação a oficiais que recebem dois postos hierárquicos acima do que é o seu posto e acabar com o uso de viaturas de serviço", acrescenta. São 50 os automóveis descaracterizados que, de acordo com o sindicato, são frequentemente utilizados de forma abusiva por oficiais para as deslocações a casa ou durante os fins-de-semana. "Com estas medidas poupa-se dinheiro, mas os cortes não são feitos onde é realmente necessário", salienta indignado Armando Ferreira que contesta as "mordomias e os luxos" e defende a extinção da messe de oficiais.

Para Paulo Rodrigues, da direcção da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) estas medidas não são mais do que um acto de solidariedade para com a restante função pública e diz ter a "garantia da Direcção Nacional que a parte operacional da PSP não será afectada, nem com a necessidade de se poupar nos combustíveis".

Fonte policial, afirmou, no entanto ao DN, que as medidas de obtenção de receitas passará pelo incremento da fiscalização rodoviária, tendo as directrizes sido comunicadas aos comandos. Até ao final do ano "será desencadeada uma verdadeira caça à multa".

Fonte: DN Portugal

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Polícias pagam o dobro se comprarem fardas à direcção nacional


Polícias pagam o dobro se comprarem fardas à direcção nacional


Os agentes da PSP gastam cerca de 200 euros na compra das fardas. Se a roupa for comprada em lojas civis, os agentes gastam cerca de 100 euros, ou seja, metade do preço das fardas quando compradas na Direcção Nacional da PSP.
“Tenho falado com vários elementos que nos dizem que a redução dos preços atinge o dobro”, disse António Ramos, presidente do Sindicato dos Profissionais de Polícia, na edição em papel do Correio da Manhã
.
Na maior parte dos casos, os agentes acabam por gastar mais dinheiro do que está previsto na compra das fardas uma vez que “um polícia tem de ter, no mínimo, duas peças de cada e muda consoante a estação”, sublinhou Paulo Rodrigues, da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP).
A diferença nos preços é significativa, por exemplo, numa loja civil, um blusão custa 37,50 euros, enquanto que se for comprada na PSP o preço chega aos 111,40 euros. Por isso, António Ramos disse ao Correio da Manhã
que “há colegas que fazem grandes deslocações para comprar nas lojas e mesmo assim dizem que fica mais lucrativo”.
Nesse sentido, há vários sindicatos da polícia a firmar protocolos com estas lojas para facilitar a compra de artigos mais baratos, certificados e de qualidade aos agentes.

Fonte: iOnline